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Santuário de Anchieta para o Brasil

Santuário Nacional de São José de Anchieta com as pedras originais da construção expostas para visitação. Uma oportunidade única. (Foto: Iago Nogueira)

Nesta semana, muito se falou em mostrar o Santuário Nacional de São José de Anchieta em jornais de rede nacional. A indicação dos capixabas reforça a crescente identificação do Espírito Santo com aquele que é reconhecido Apóstolo e Padroeiro do Brasil, São José de Anchieta. Brevemente, vamos tentar responder à pergunta: mas, por que o Santuário de Anchieta para o Brasil?
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Mas, por quê?
Porque o Brasil precisa saber que foi que o Apóstolo e Padroeiro do Brasil, São José de Anchieta, viveu importantes momentos de sua história e os últimos anos de sua vida aqui, no Santuário Nacional de São José de Anchieta.
 
O quarto no qual Anchieta morreu em 09 de junho de 1597 é o coração do Santuário Nacional de São José de Anchieta, um conjunto arquitetônico que integra também a igreja de Nossa Senhora da Assunção construída e dedicada pelo próprio Anchieta há 429 anos.
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Hoje, vivemos um acontecimento histórico
Podemos ver essa igreja com o mesmo aspecto de quando o padre José de Anchieta a inaugurou. As pedras originárias da construção da igreja foram reveladas durante um processo de restauração. A fachada e todo o prédio da igreja foram construídos com areia, óleo, cal de ostra e pedra. Uma oportunidade única que poderá ser vista até o final do mês de setembro.
 
Este local histórico e de peregrinação está localizado na região sul do Espírito Santo, no município de Anchieta, a 80km da capital Vitória.
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Quem é Anchieta
O jovem jesuíta José de Anchieta chegou ao Brasil com apenas 19 anos. Conviveu e protegeu os índios que viviam no Brasil. Aprendeu e registrou na primeira gramática “da língua mais falada na costa brasileira”, o Tupi. Escreveu peças teatrais e poemas que fizeram o jesuíta, espanhol por nascimento, ser considerado o primeiro taumaturgo e o primeiro autor de literatura brasileira. Dos indígenas aprendeu a língua, os costumes. Ensinou a língua, o sistema numérico e as práticas da religião. Colocou os índios em posição de destaque ao dar voz aos indígenas nas cartas que redigiu.
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Também foi, diante destas pedras, que em 15 de agosto de 1590 encenou o Auto da Assunção, uma das primeiras peças teatrais brasileiras.

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